← Cases·Eventos ao vivo / Teatro musicalMídia PagaConversão: venda de ingressosAgo a Nov de 2025 (temporadas RJ e SP)

Como Beetlejuice, O Musical transformou R$ 93 mil em R$ 1,68 milhão em ingressos

Duas temporadas (RJ e SP), R$ 92,9 mil investidos em Meta Ads e R$ 1,68 milhão em receita rastreada: 6.003 ingressos vendidos com ROAS combinado de 18,06. A metodologia ShowBoost aplicada a teatro musical.

↑R$ 1,68M

em ingressos com R$ 93 mil de investimento

↑6.003

ingressos vendidos nas temporadas RJ e SP

↑18,06

ROAS combinado (20,58 no RJ e 16,63 em SP)

Contexto

Beetlejuice, O Musical é a montagem brasileira do musical da Broadway baseado na obra de Tim Burton, com Eduardo Sterblitch no papel-título, produção da Touché Entretenimento e ADP Produções. Vencedor do Prêmio Bibi Ferreira de Melhor Musical do Ano, o espetáculo fez duas temporadas em 2025: Rio de Janeiro (Teatro Multiplan) e São Paulo (Teatro Liberdade).

O desafio

Teatro musical vende em janela curta e por sessão: não basta um pico na estreia, é preciso sustentar ocupação semana após semana durante toda a temporada. O desafio era escalar a venda além do público orgânico da marca e do elenco, em duas praças com dinâmicas diferentes de concorrência e agenda, mantendo custo por ingresso saudável do primeiro ao último dia.

A estratégia

Estrutura por praça e por fase

Cada temporada rodou como uma operação própria: Rio de Janeiro (Teatro Multiplan, 7 de agosto a 21 de setembro) e São Paulo (Teatro Liberdade, 3 de outubro a 30 de novembro). Dentro de cada praça, a leitura foi por fase (estreia, sustentação e sprint final), porque o custo por ingresso muda ao longo da janela e a verba precisa migrar pra onde o CPA está saudável.

Otimização por venda, não por clique

As campanhas rodaram com objetivo de conversão e evento de compra rastreado de ponta a ponta no fluxo de ingressos. Isso deixa o algoritmo otimizar pra quem compra de fato, e deixa o resultado auditável: 6.003 compras registradas no pixel e R$ 1,68 milhão em receita atribuída.

Arte oficial pra volume, bastidor pra prova social

As artes oficiais do espetáculo carregaram o volume de entrega com CPM entre R$ 7 e R$ 8. Em paralelo, vídeos de bastidor em formato UGC fizeram o papel de prova social. O melhor deles, gravado dentro do teatro ("tá lotando esse teatro inteiro aqui"), fechou com ROAS 40,85 e CTR 2,48%, bem acima da média da conta.

Frequência alta como decisão, não acidente

Em janela curta de evento, frequência entre 7 e 9 não é desperdício: é o custo de conquistar a decisão de compra em poucas semanas. O controle foi por fase e por criativo, girando as artes pra segurar fadiga sem perder pressão de venda.

Criativos e execução

Arte oficial da estreia em SP: campanha de conversão
Arte oficial da estreia em SP: campanha de conversão
Criativo de sustentação "Em cartaz": Teatro Liberdade
Criativo de sustentação "Em cartaz": Teatro Liberdade
Variação de arte pra rotação anti-fadiga
Variação de arte pra rotação anti-fadiga
Variação com cena do espetáculo
Variação com cena do espetáculo

Resultados

Investimento total em mídia

R$ 92.995

Receita rastreada em ingressos

R$ 1,68 milhão

Ingressos vendidos (compras no pixel)

6.003

Custo por ingresso vendido

R$ 15,49

ROAS temporada RJ (7 ago a 21 set)

20,58

ROAS temporada SP (3 out a 30 nov)

16,63

Melhor criativo (vídeo de bastidor)

ROAS 40,85

Como ler esse número: Receita e compras rastreadas pelo pixel da Meta no fluxo de ingressos (janela de atribuição padrão). Venda de evento concentra receita em picos (estreia e sprint final) e o ROAS muda por fase; o número consolidado dilui esses picos. RJ e SP fecharam com custo por ingresso diferente (R$ 13,09 vs R$ 17,28) por tamanho de praça, semanas de temporada e concorrência de agenda.

Perguntas frequentes

O que significa compra atribuída?
É a venda na ticketeira creditada ao anúncio pela Meta, dentro da janela de atribuição descrita acima. Não é a bilheteria total do espetáculo.
Por que o case não compara as temporadas de 2025 com as anteriores?
Porque a janela de atribuição usada antes era diferente. Comparar números medidos de formas diferentes daria uma conclusão que os dados não sustentam.

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