Estrutura por praça e por fase
Cada temporada rodou como uma operação própria: Rio de Janeiro (Teatro Multiplan, 7 de agosto a 21 de setembro) e São Paulo (Teatro Liberdade, 3 de outubro a 30 de novembro). Dentro de cada praça, a leitura foi por fase (estreia, sustentação e sprint final), porque o custo por ingresso muda ao longo da janela e a verba precisa migrar pra onde o CPA está saudável.
Otimização por venda, não por clique
As campanhas rodaram com objetivo de conversão e evento de compra rastreado de ponta a ponta no fluxo de ingressos. Isso deixa o algoritmo otimizar pra quem compra de fato, e deixa o resultado auditável: 6.003 compras registradas no pixel e R$ 1,68 milhão em receita atribuída.
Arte oficial pra volume, bastidor pra prova social
As artes oficiais do espetáculo carregaram o volume de entrega com CPM entre R$ 7 e R$ 8. Em paralelo, vídeos de bastidor em formato UGC fizeram o papel de prova social. O melhor deles, gravado dentro do teatro ("tá lotando esse teatro inteiro aqui"), fechou com ROAS 40,85 e CTR 2,48%, bem acima da média da conta.
Frequência alta como decisão, não acidente
Em janela curta de evento, frequência entre 7 e 9 não é desperdício: é o custo de conquistar a decisão de compra em poucas semanas. O controle foi por fase e por criativo, girando as artes pra segurar fadiga sem perder pressão de venda.



